Adicionado em: dezembro 22nd, 2008 por Vinícius Barbizani · Nenhum comentário
“A web Criou uma volatilidade que faz daquele consumidor estático e facilmente classificável um alvo móvel e altamente susceptível a estímulos de diversas fontes muito além do controle dos gestores de marcas.”
Um dos grandes avanços do marketing ao longo dos anos foi quando as grandes multinacionais de produtos de consumo começaram a se organizar por Gerências de Produto. Ao nomear um responsável pelos 4 Ps, ao invés de deixar essas atividades em silos separados, as empresas deram um passo importante no caminho da excelência em marketing. Porém, em menos de uma década, as regras do jogo mudaram completamente e poucas empresas estão conseguindo ser tão ágeis para perceber e se movimentar.
O Gerente de Produto tradicional é aquele profissional que supervisiona uma série de atividades em torno do produto, preço, como e onde ele é vendido e qual o mix de comunicação e promoção que será utilizado. Ao olhar o produto dessa forma holística, as empresas conseguiam desenhar estratégias bastante sofisticadas de como convencer o consumidor a comprar determinado produto, ou melhor, ainda, se apaixonar por uma determinada marca.
Nesse cenário, entender o caminho que os consumidores levavam da experimentação até a adoração era absolutamente necessário para se conseguir definir a melhor combinação dos 4 Ps para cada estágio na vida ativa daquele consumidor com o produto ou marca. Do primeiro contato com a marca, passando pela experimentação, adoção do produto como preferido até chegar ao Olímpio dos marqueteiros, o estágio em que o consumidor não só consome, mas também fala bem da marca para todos do seu círculo de relacionamentos.
Essa fórmula criou uma maneira quase automática de se executar marketing para as marcas. Use a TV para lançar produtos e construir a grande imagem, crie um bom mix de comunicação para dar suporte e complementar essa mensagem principal. Em revistas e jornais aprofunde mais em detalhes suas vantagens competitivas. Em rádio aproxime-se do consumidor com promoções. Coloque seus exércitos de promotores para espalhar ícones da campanha nos pontos de venda e crie ações para gerar experimentação. Quando avançar no relacionamento com seus consumidores, use comunicação dirigida para gerar mais intimidade e aprofundar o relacionamento, e não se esqueça de separar uma boa verba para, em paralelo, fazer muita pesquisa e validar o já consagrado sucesso dessa fórmula.
Acontece que o céu de brigadeiro em que os homens de marketing navegavam mudos e os sextantes das pesquisas não indicaram que caminho seguir. Entramos numa era em que o consumidor participa de todos os estágios. Da criação de produtos à sua divulgação. Em comunidades virtuais cria pesquisas informais ao pedir aos amigos opiniões sobre produtos. Com tecnologias disponíveis na palma da mão, produz vídeos e os publica para o mundo inteiro assistir. De um ambiente com pontos de contato controlados e totalmente separados, migramos para vários pontos de contato entrelaçados, em alguns momentos complementares em outros contraditórios. No mesmo ambiente em que se comunica a grande mensagem, deve-se também descer ao detalhe técnico mais específico, para não decepcionar os consumidores mais exigentes. E nesse mesmo canal o consumidor poderá comprar o produto. A fórmula anterior não funciona mais e, com ela, também se foram as métricas. Como medir o estágio de vida de um consumidor mutante e altamente influenciável por seus pares? A web criou uma volatilidade que faz daquele consumidor estático e facilmente classificável um alvo móvel e altamente susceptível a estímulos de diversas fontes muito além do controle dos gestores de marcas.
A melhor solução para as empresas é transformar-se em uma entidade líquida que consiga se adaptar a qualquer ambiente. Estar em movimento no território do próprio consumidor, conversando abertamente em canais por ele dominados como os comunicadores instantâneos e as redes sociais. Criando uma espiral de informações que vão e vem com a mesma rapidez com que os consumidores se comunicam com seus pares. Essa espiral pode ser uma nova maneira de olhar para o funil de consumo, como o redemoinho de água que desce, levando da experimentação à adoração em círculos virtuosos de aprendizado e crescimento. E para a Turma do Funil que ainda está acomodada na velha fórmula, é melhor tomar cuidado, pois o redemoinho em que se encontram, ao invés do sucesso esperado, vai levá-los para o ralo.
Adicionado em: dezembro 19th, 2008 por Vinícius Barbizani · Nenhum comentário
A editora Campus-Elsevier está lançando o livro Vendas 3.0 – Uma nova visão para crescer na era das idéias. De autoria de Sandro Magaldi, diretor comercial da HSM Brasil, o título contempla uma visão mais estratégica sobre vendas, inédita no mercado editorial brasileiro.
Com casos de aplicações e exemplos de modelos práticos que poderão ser utilizados por empresas de todos os portes, “Vendas 3.0″ relata mais de 70 cases de grandes empresas do Brasil e do mundo.
A proposta do autor é a reflexão sobre as mudanças no cenário dos negócios, em que as necessidades dos consumidores têm evoluído radicalmente, de modo que as organizações e os profissionais de vendas devem se estruturar para se manter competitivos diante dessas transformações. Desta forma, “Vendas 3.0” representa o estudo e a abordagem da evolução da atividade de vendas, considerando-a como uma atividade estratégica dentro da gestão da organização.
Com apresentação de Walter Longo e endorsement de Philip Kotler, o autor aborda a evolução do consumidor moderno, que passa a dominar as negociações de vendas com suas novas exigências e com uma postura mais crítica em relação ao que lhe é oferecido. Segundo Magaldi, “esse tipo de comportamento faz com que as estratégias comerciais passem a se adequar a essa nova demanda, transformando assim a relação do vendedor com o cliente”.
No decorrer dos anos, foi observado pelos profissionais da área de vendas o surgimento e a evolução de vários estudos sobre gestão, qualidade e produtividade, entre outros termos de administração, com o objetivo de transmitir idéias e conceitos que auxiliam no desenvolvimento das atividades organizacionais. Percebeu-se, entretanto, que a evolução no estudo do setor de vendas das empresas não acompanhou o advento desses novos métodos que emergiram ao longo dos últimos anos.
Em resumo: o mundo mudou, o mercado mudou, os consumidores mudaram e as exigências de compra também não são mais as mesmas. Na era da informação e da tecnologia, em que a oferta é maior do que a demanda, o sucesso está atrelado a idéias inovadoras e às suas aplicações de forma diferenciada. Mas o ambiente de vendas ficou à margem das principais mudanças e inovações ocorridas no contexto organizacional recente.
O livro também revela, com uma linguagem simples e objetiva, as habilidades e capacitações que o profissional de vendas deve desenvolver para acompanhar a nova dinâmica do mercado, além de orientar sobre as características do novo perfil do vendedor e quais os caminhos mais efetivos para desenvolvê-lo. Na linguagem “de vendedor para vendedor”, é apresentada a idéia de que o profissional atual é muito mais gestor dos negócios e vem acompanhando as mudanças e exigências dos clientes.
A ascensão da estratégia comercial também é abordada, quando se é revelado que a atividade de vendas migrou de uma visão puramente tática para uma idéia integradora e estratégica.
Adicionado em: dezembro 19th, 2008 por Vinícius Barbizani · 1 comentário
Encontrei no Tecneira, blog do Rafael Barifouse, uma indicação de 100 sites para ficar de olho.
Em 2006 o Jornal Britânico The Guardian fez uma lista com 100 grandes sites da internet. Este ano a lista foi atualizada devido às grandes mudanças que a web passou neste período.
Adicionado em: dezembro 19th, 2008 por Vinícius Barbizani · Nenhum comentário
O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor da ANVISA divulgou em sua publicação mensal dicas para as ceias de fim de ano, confira.
FATO
Nas festas de fim de ano, são comuns os casos de intoxicação alimentar. O problema acontece nas ceias de natal e ano novo em clubes, hotéis e mesmo em casa. Nas viagens, a atenção deve ser redobrada, evitando excessos ao consumir comidas exóticas. A contaminação de alimentos por alguns microrganismos patogênicos (capazes de provocar doenças) não é detectável a olho nu nem altera a aparência do produto. É o caso das bactérias do gênero salmonella, que provocam vômitos, diarréia e podem levar à morte. Desta forma, o consumidor deve observar as condições de manipulação e armazenamento do alimento.
CONCEITO
Ao comprar alimentos, leia atentamente o rótulo que deve informar o prazo de validade, os ingredientes, a origem do produto, a informação nutricional obrigatória e o número do lote, que permite a rastreabilidade do produto. Escolha perus e outros tipos de aves bem embalados, que estejam armazenados em temperatura adequada e em ambiente refrigerado. As aves congeladas devem estar firmes e sem sinais de descongelamento (como água ou gelo de cor avermelhada). Verifique se os termômetros dos equipamentos de frio estão funcionando e se a temperatura indicada está adequada para o produto, conforme consta no rótulo. Constatando irregularidades, denuncie ao serviço de vigilância sanitária de sua cidade. No caso do bacalhau, o odor desagradável, carne amolecida e manchas avermelhadas podem indicar que está impróprio para o consumo.
Não compre produtos em estabelecimentos comerciais sem limpeza adequada, com procedência desconhecida, defeitos na embalagem, cheiro e cor anormais e em condições inadequadas de conservação.
SUPORTE LEGAL E PROVIDÊNCIAS
Os casos de doenças transmitidas por alimentos devem ser comunicados de imediato à Secretaria de Saúde da localidade, que acionará a Vigilância Sanitária. Orientações podem ser obtidas pelo Disque-Intoxicação (0800 7226001). Denúncias sobre contaminação de alimentos podem ser feitas ao Disque Saúde: 0800 61 1997; e-mail: ouvidoria@anvisa.gov.br ou no site da oudoria.
Adicionado em: dezembro 19th, 2008 por Vinícius Barbizani · Nenhum comentário
Este vídeo mostra como as organizações podem dividir dados que até pouco tempo atrás eram sigilosos, e promover um crescimento a partir da colaboração de terceiros. Existem empresas com problemas a serem resolvidos e pessoas que tem a capacidade para resolvê-los. Hoje estamos vivendo uma época econômica em que a interenet permite a integração destes dois lados trazendo retorno financeiro aos envolvidos.
Adicionado em: dezembro 18th, 2008 por Vinícius Barbizani · Nenhum comentário
Debra Aho Williamson, analista sênior do Emarketer, se destaca no trabalho de marketing na internet e tendências comerciais desde 1993.
Segundo ela, em 2009 o e-commerce será uma forte e crescente fonte de receita para as Redes Sociais. O MySpace e o Facebook assim como outras redes, vão encontrar uma excelente saída na reestruturação de seus sistemas permitindo e implementando as ferramentas que promovem compras e vendas de bens e serviços na internet.
Williamson acredita que com a crise americana os pequenos varejistas vão perder força ou serão adquiridos pelos grandes grupos. Uma saída interessante, portanto, são os mercados de nichos dentro das redes sociais, que proporcionam uma grande audiência para o anunciante, podendo potencializar o retorno financeiro dos pequenos comerciantes da internet.
A analista comenta que dentro das redes sociais um modelo de negócio que deve crescer é o B2B (business to business). O Facebook, por exemplo, que já pode ser considerado uma rede social de negócios (devido à quantidade de membros interessados em fazer negócios), pode ameaçar o crescimento e a popularidade do Linkedin.
No próximo ano devem surgir startups que usem o Twitter para fazer e-commerce. No Brasil o Adbird vem se mostrando uma alternativa para os usuários, porém existe muito que se criar nesta rede social.
Estas previsões são focadas nos Estados Unidos, mas se tratando de um mercado que serve de exemplo para nós brasileiros, é importante observarmos as tendências para filtrarmos e aplicarmos à nossa realidade.
Adicionado em: dezembro 18th, 2008 por Vinícius Barbizani · Nenhum comentário
Quer conhecer o que algumas empresas fazem para unir as informações disponíveis e prover um retorno positivo à sociedade? Saiba como a Inteligência Coletiva entra em ação na realidade offline.
Assista este vídeo (em inlgês), que mostra um claro exemplo da ZeroFootprint. Uma organização que visa um crescimento sustentável da sociedade através da união de iniciativas conscientes.
Adicionado em: dezembro 18th, 2008 por Vinícius Barbizani · Nenhum comentário
Mais da metade dos serviços de atendimento ao consumidor (SAC) não se adaptou às novas regras para o funcionamento de call centers, mostra um balanço divulgado ontem pela Fundação Procon de São Paulo. Das mais de 60 companhias fiscalizadas, 35 apresentaram algum tipo de irregularidade desde o dia 1º de dezembro, quando entrou em vigor o decreto que disciplina o serviço.
Segundo a pesquisa, entre as empresas que apresentaram irregularidades, 16 ultrapassaram o tempo máximo de espera – um minuto, conforme o novo decreto – para contato direto com um atendente. Catorze estavam com o SAC indisponível, seja por linha ocupada, telefone mudo ou solicitação para contato posterior. Nove interromperam a ligação, oito não possuíam no primeiro menu eletrônico as opções de contato direto com o atendente, reclamação ou cancelamento e seis não asseguravam funcionamento do SAC por 24 horas.
O consumidor insatisfeito com o atendimento telefônico deve registrar reclamação em um órgão de defesa. Nesse caso, ele tem direito a receber o número de protocolo da chamada e deve exigir que lhe seja enviada cópia com o conteúdo da gravação. As empresas que cometeram infrações serão autuadas e responderão a processo administrativo.
Adicionado em: dezembro 17th, 2008 por Vinícius Barbizani · 2 comentários
Guy kawasaki nos anos 80 foi o evangelizador da Apple. Responsável por levar ao mundo os significados da tecnologia. Este tempo de dedicação o tornou especialista em Startups e na arte do empreendedorismo.
Um dos livro que ele mostra neste vídeo, “A arte do começo”, fala sobre empreendedorismo e ficou conhecido entre os investidores de alto risco como um dos melhores no assunto. O outro, “Reality Check”, segundo o próprio Kawasaki tem o dobro do valor, pois reúne muito mais experiencia e conhecimento.